sábado, 7 de setembro de 2013

Quero asilo político

Socorro!

A situação anda complicada demais neste país, estou completamente desnorteado com tanta impunidade e falta de oportunidades de uma vida decente. Nossos efusivos políticos roubam tanto; ganham salários astronômicos e criam meios cada vez mais discarados de promover riqueza, enquanto isso, do outro lado do muro nós cidadãos, inertes, acostumados com o jeitinho para resolver tudo, nos orgulhamos de ser um povo que sofre mas é guerreiro, trabalhador - honesto. Bah com a honestistade, chega desse rótulo idiota para aceitar a pobreza e miséria com orgulho; isso não é motivo para orgulho nacional.

Tenho um sonho tão bonito, mas difícil de ser realizado. Eu gostaria que a população tomasse o poder, que todos os cidadãos participassem de uma greve geral e brigasse para diminuir os salários do nossos amigos políticos, que houvesse não uma distribuição de renda, mas uma real oportunidade de cada cidadão ter sua renda se assistencialismo do governo, mas isso é uma utopia das grandes.

Vocês são o futuro do país! Nossa, tenho medo desse pensamento. Os novos filhos da violência vão para as escolas para comer merenda e bater-papo, é o point dos jovens da periferia. O Governo é muito eficaz em propagar miséria, doenças, violência e a população é cega para ver isso; a mídia compactua com essa degeneração em massa da sociedade.

Tudo gira em torno do dinheiro, mas essa escalada para o sucesso é tão dialética que gostaria de estar vivo para ver a queda....
(continua...)

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Viver na cidade

Ao contrário das formigas e das abelhas, os seres humanos geralmente vivem em grupos pequenos, familiares, bem isolados uns dos outros. E aí você pergunta: como assim? E as cidades? E as metrópoles ao redor do mundo, uma mais imensa que a outra, aquelas enormes manchas de eletricidade visíveis do espaço onde milhões de pessoas se amontoam umas nas outras? Ora bolas, as cidades. Cidades são exceções na história humana. Desde que o primeiro humano pisou a Terra num canto esquecido da África, 100 mil anos atrás, a enorme maioria dos Homo sapiens viveu na roça, no mato, no campo. A enorme maioria das pessoas que já existiram teve uma existência rural ou selvagem e viveu a vida produzindo sua comida, dormindo e acordando ao sabor da luz do sol, convivendo com apenas um punhado de pessoas, sempre as mesmas, a vida inteira.

O ser humano é, como regra, uma espécie rural. Foi só nos últimos milênios que descobrimos o conforto de viver numa cidade. E, mesmo então, gente "da cidade", como eu e muito provavelmente você, sempre fomos uma exceção nesta nossa espécie rural. Sempre fomos minoria. Na verdade, ao longo de dezenas de milhares de anos, a população urbana nunca passou de um terço do total de pessoas. Em 1950, ela era de 30%. Mas, de lá para cá, ela não parou de aumentar. A ONU calcula que, depois de 100 mil anos de maioria rural, a população urbana chegou a 50% em maio de 2007. E agora, pela primeira vez desde o Big Bang, somos maioria. Há mais gente vivendo em cidades que no campo neste mundão. Mas isso não apaga o fato de que somos uma espécie mais dada à vida rural que à urbana.

A evolução nos construiu para plantar, capinar, colher, caçar, fofocar, coçar o dedão. Não para googlar, dirigir e falar no celular - isso aí ainda estamos aprendendo. Nossa vida tecnológica e urbana é uma raridade na história da humanidade. Mesmo assim, é nas cidades que os lances mais emocionantes da história humana acontecem. É que cidades são lugares incríveis. Nelas, as coisas ficam perto umas das outras. As pessoas ficam perto umas das outras. Isso permite que tenhamos vidas riquíssimas, que seriam impossíveis num meio de mato.

Podemos aprender com milhares de pessoas diferentes, circular entre culturas, trocar idéias. Podemos mudar de interesses um trilhão de vezes, em vez de passar décadas submetidos ao mesmo monótono calendário ditado pelas estações do ano, que determinam o plantio e a colheita. Tudo isso é fascinante.
Mas não faz sentido viver numa cidade se não formos aproveitar o que ela tem de bom. Se formos nos trancar em nossas casas, e não andarmos nas ruas, não vamos encontrar os outros, aprender com eles. Se nos dispersarmos com a quantidade de informação, não vamos nos concentrar em nada, e o que a cidade tem de fantástico vira ruído. Se formos nos domesticar por um empreguinho e nos acomodarmos com o fato de que precisamos do salário, toda essa riqueza desaparece de nossas vidas. Se entupirmos as ruas com carros e lixo, com câmeras de segurança e muros, aí ninguém se encontra, ninguém troca. E a cidade não serve para nada.

Denis Russo Burgierman é jornalista e queria que o mundo mudasse, mas não sabe bem o quê. mundolivre@abril.com.br

Fonte: http://planetasustentavel.abril.com.br/noticia/cidade/conteudo_264632.shtml

"Libertas quae sera tamem"!

Praça cheia. Estruturas metálicas. Tapetes de serragem. O circo foi montado! No dia em que deveria haver liberdade, tem-se o cerceamento da geral. “Posso passar pela praça Tiradentes, moço?”, pergunto ingenuamente. O outro indivíduo ‘afetivamente’ responde: “Tem crachá de identificação?” (...) urgh! Mal sabia que eu era o palhaço daquele picadeiro! Se bobear era preciso digital exposta em tela de plasma para atravessar a rua. No ponto mais alto do picadeiro pessoas de grande importância. Trapezistas, malabaristas, ilusionistas... e por aí vai a banda! Tão importante que seus nomes me fogem da cachola. A importância ocupa muito mais espaço na cabeça e como minha cabeça anda cheia demais, fica sendo aquela lá mesmo. É, esse aí mesmo. Os Barões! Tudo ali respira pura formalidade...
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(Fade in)
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- Essa bandeira é de que partido?
- Oi?!
- Essa bandeira... é de que partido?
- Um segundo. (olha para a bandeira) acho que é do...
- Ah, sim...
- Na verdade só estou aqui pelo dinheiro.
- Verdade?!
- Pagam R$30 para balançar a bandeira.
- Ah... se soubesse antes!
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(Fade out)
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... hinos, apresentações, exaltação a liberdade, (Des)valores de Minas, discursos e tiros, tiros, tiros! Um verdadeiro pagode matinal! O Tiradentes lá, de frente, ouvindo tudo quanto é palavra cuspida, babada, escarrada. Nessa hora, se fosse possível, ele se enfocaria novamente, mas desta vez por livre e espontânea vontade. E para finalizar este freakshow, a honra máxima do estado. Medalha da inconfidência jogada aos baldes! “Hei, você aí, quer ganhar a Comenda?” – perguntam. O outro responde: “Encomenda de quê?” Out! E dali discursos e mais discursos. “Sabia que a mãe do sabiá sabia que sabiá sabia assobiar”, “Três pratos de trigo para três tigres tristes”, “Um limão, dois limões, meio limão”. Por fim... "Libertas quae sera tamem". Fim do circo, esvaziamento do local, limpeza... Na cachola fica a impressão de que nada aconteceu, tal qual esta postagem...
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[renato ribeiro]


Fonte: http://idiossincrasia-op.blogspot.com

segunda-feira, 10 de dezembro de 2007

Bush Maldito





Valete - Fim Da Ditadura

Revolucionário:

" Yo, Valete, o people está a preparar um K.O.
definitivo a América.
Vai haver uma concentração clandestina no México, em
Guadalajara... e queremos saber se vais ou não?"

Valete:

Eu sou Valete, bro, e sempre quis ser regicida
Sacrificar a vida pela maioria oprimida
Sem contrapartida, pela revolução sou suicida
Reserva um bilhete de ida para mim, ‘tou de partida
E vou com anti-americanismo que Mao Tse Tung
propagandeara
Com a filantropia com que Platão revolucionara,
outrora
Com aquele Marxismo que Trotsky impulsionara
Estou farto da senzala, chao, só me galas em
Guadalajara
A minha aversão ao imperialismo não sara
Não quero fama, nem glória, dá-me só uma T-shirt de
Che Guevara
Põe-me num 7.4.7, México aqui vou
Viajo lembrando de como a segunda torre se desmoronou
Depois de 15 horas de voo, meu Boeing aterrou
Já fora do aeroporto, houve um bro que me identificou
"irmão Valete, eu vim-te buscar para a concentração
Entra no carro só faltas tu para começar a acção"
Chegámos ao ponto rapidamente, assim clandestinamente
Provavelmente eu nunca vira pela frente tanta gente
Era uma cidade subterrânea cheia de dissidentes
Só resistentes e combatentes naquele contingente
Eu vi Sardar, Saramago, Mia Couto e Chomsky
Também vi os mentores do atentado de Nairobi
Nipónicos pa' vingar Hiroshima e Nagasaki
Fidel Castro, Arafat, Chavez e Khadafi
Activistas do Hamas, Jihad e Hezbollah
Zapatistas, Talibãs e bombistas da Fatah
Todos diferentes mas com um objectivo em comum:
Acabar com esta ditadura que a América implantou
A sede de vingança deixava todo o exército operante
Deram o sinal pa' nos reunirmos numa sala gigante
Em cima do palanque ‘tava um fulano que elaborava o
plano
Com style de saudita ou iraquiano, só queria saber
quem é esse mano
Deixava toda a gente focada enquanto ele liderava
(
Outro Revolucionário) "Yo Valete é o Bin Laden"

(Valete) "Bin Laden?!?"

Bin Laden

Voz alterada sem barba e com cara totalmente
modificada
Eu não o curtia mas ele era o que a América merecia
Radical sem diplomacia, assim como se exigia
Formulou o plano perfeito pá' revolução que se
pretendia
Tínhamos túneis subterrâneos até à cidade de
Alexandria
Hackers bloqueavam a informação da NSA e da CIA
Tínhamos M1's, F 16's e muita artilharia, eu ria.
Informador
"Informação, informação.
As bases militares americanas em todo o mundo, já
estão controladas pelas FARC, Al Qaeda e milhões de
civis revoltosos.
O ataque aéreo ao pentágono está previsto para as 3h e
36 m.
Os ataques bombistas serão às 3h e 42 m
A invasão à Casa Branca ficará para 4h e 28m
Já sabem o que têm a fazer!"
Era um batalhão de insubmissos pa' acabar com aquela
arrogância
‘Tava incluído na missão Invasão à Casa Branca
Que seria reforçada pelo movimento black panther
Garanto qu'América nunca vira tanta encrenca
Fomos pelo túnel a dentro e chegámos em meio-dia
Alexandria tinha como Washington, cidade vizinha
E quando lá cheguei era inenarrável o que eu vira
América já ardia, rendida à nossa investida
Ficaram na defensiva, deixámos tropas sem vida
Éramos só homicidas com ira, topa a chacina
Numa outra ofensiva, edifício da ONU caíra
Largámos bué da mísseis em New York, Carolina
Califórnia, Louisiana, Detroit e Virgínia
Geórgia, Indiana, Illinois, Pensilvânia e Kansas
Ás quatro e um quarto já ‘tava tudo controlado
Nossos soldados já tinham a Rádio a TV e o Pentágono
Passado mais um bocado, Fidel leu o comunicado
"Acabou a Ditadura" podes crer é o golpe de estado.
E à porta da Casa Branca fiquei com Bin Laden a sós
Disse-lhe sem hesitar um coche: Deixa-me liquidar o
George
Ele esboçou um sorriso e olhou-me fundo nos olhos
Sentiu segurança na minha voz e passou-me uma
Kalashnikov
Era só ódio destruitivo na minha cabeça
Kalash fui exibindo assim a dar paleta
Eu fui o homem escolhido pa' ditar a sentença
Olha o meu peito erguido pa' vingar o planeta
Entrei na Casa Branca assim cheio de moral
Nossos snipers iam abatendo a escolta presidencial, eu
andava
No piso inferior de corredor em corredor
Abria porta a porta à procura daquele estupor
Vi a porta dos fundos, senti um feeling interior
Abri... até que enfim Sr. Ditador
Agora sente o pavor
Vais pagar pela tua merda e pela dos teus antecessores
Isto é pelas vítimas das guerras que vocês fabricaram
Pelas bocas que morreram pela falta de pão que vocês
negaram
Pelo terror que semearam, alastraram, perpetuaram
Pelos homens e mulheres que as vossas bombas mutilaram
Pelo suor dos trabalhadores que vocês escravizaram
Pela alma deste planeta que vocês danificaram.

(Tiros)

quarta-feira, 8 de agosto de 2007

Executivo acha que P2P afeta venda de milho

surplus (imagem-orfão)

Rick Cotton, conselheiro geral da NBC/Universal deu uma declaração de que a troca ilegal de filmes em redes P2P afeta a vida de fazendeiros que cultivam o milho.

Para o executivo "sem a pirataria de filmes, as locadoras venderiam e alugariam mais títulos. Os cinemas venderiam mais ingressos e pipoca. Cultivadores de milho teriam mais lucro e poderiam comprar mais equipamentos de
fazenda".

O site The Inquirer foi atrás de informações para derrubar as alegações de Cotton e descobriu que a venda de milho aumentou de US$ 2,08, em 2006, para US$ 3,83 por bushel, com previsão de aumento para US$ 4,03 até a colheita de dezembro.

A declaração considerada absurda foi acrescentada a outra recente infeliz colocação, em que Cotton dizia que deveria se investir mais em combate a pirataria e falsificação que em crimes tradicionais como roubo, fraude e roubo a banco, que custariam bem menos ao país.


Fonte: http://www.geek.com.br/modules/noticias/ver.php?id=9037&sec=5

segunda-feira, 16 de julho de 2007

Dialética da Dialética

Somente após a desestruturação mutua da realidade humana que passaremos a compreender que a realidade nada mais é que pura utopia.

A realidade não existe. Somos todos objetos de um fetiche sarcástico da dita divindade, mas pensar assim leva-me a crer que a divindade existe, claro, acredito, mas não na sua divindade personificada.

O homem fez de Deus sua imagem e semelhança para justificar suas fraquezas e ter um bode expiatório, pois, é necessário ter alguém para justificar sua insanidade e egoísmo.

Com o livre arbítrio, qualquer discurso torna-se fugaz e irrelevante, sendo assim, toda retórica passou a não fazer sentido algum para a sociedade humana, uma vez que podemos utilizar desse discurso infantil para nos esconder. A abstração de idéias da sociedade é fundada apenas nos sentimentos pueris; cada ser passou a verbalizar seus discursos e conceitos na ordem do “Ter” para ser “alguém”; ser mais um pequeno burguês na retórica capitalista.

segunda-feira, 25 de junho de 2007

Você faria o mesmo?

Para pensar!

"Se a injustiça faz parte do atrito necessário à máquina do governo, deixemos que assim seja: talvez amacie com o passar do tempo, e certamente a máquina irá se desgastar. Se a injustiça tem uma mola, polia, cabo ou manivela exclusivamente para si, talvez possamos questionar se o remédio não será pior que o mal. Mas se ela for de natureza tal que exija que nos tornemos agentes de injustiça para com os outros, então proponho que violemos a lei. Deixemos que nossas vidas sejam um antiatrito capaz de deter a máquina. O que devemos fazer, de qualquer maneira, é verificar se não nos estamos prestando ao mal que condenamos.
RIDENDO CASTIGAT MORES!"


Guy Fawkes

segunda-feira, 18 de junho de 2007

Habilitações necessárias para exercer a prostituição...


Este anúncio vem hoje estampado nas páginas do Público.
Num país em que tantos professores ou candidatos a professores estão condenados ao desemprego ou ao subemprego por muitos anos, é inevitável que alguns acabem, em desespero, por recorrer à prostituição para sobreviver.
Serei o último a censurá-los. Cada um faz do seu corpo o que quer ou pode.
Guardo, antes, a censura para quem a merece, os responsáveis por este estado de coisas: Universidades, Politécnicos, Ministério da Educação. Há muitos anos que sabemos que as escolas do país jamais conseguirão absorver todos aqueles que continuam a ser atraídos para os cursos de ensino (e menos ainda a partir de agora, com a elevação da idade de reforma). Todos os anos saem das Universidades e Politécnicos centenas de jovens candidatos à docência que tão cedo não conseguirão exercer a profissão. Que farão entretanto?...
Se estivesse no lugar deles e não tivesse quem me sustentasse, entre a caixa de um supermercado e o serviço de "massagens", não sei, francamente, se não optaria pelas "massagens".
Valha-nos a Autoeuropa ou o M.I.T.!...

Janeiro.2006

recuperado de abnoxio2.blogs.sapo.pt


Fonte: http://abnoxio.weblog.com.pt/arquivo/2006/10/index0

Utilidade social...

Não sei se já vos terá ocorrido: os sábados, os domingos e os "feriados" não são dias úteis. Ou seja, são dias... inúteis.
A utilidade social é um conceito com grades, restritivo e culpabilizador.
O prazer é inútil.
O descanso é inútil.
A diversão é inútil.
A aventura é inútil.
A cultura é inútil.
A vida é inútil.
Só o trabalho com horário certo e produção garantida nas contabilidades do PIB é útil.
São os economistas e os banqueiros e os empresários e os juristas ao serviço de todos eles que fazem as leis que ditam os contornos e os limites da utilidade social.
Há uma parte da sociedade que não me pertence e não me reconhece. E que me aliena.
Tenho 53 anos e ainda não consegui perceber por que devo sentir-me útil às segundas, terças, quartas, quintas e sextas (quando não coincidem com feriados) e inútil, aos sábados e aos domingos.
Vou ali passear a minha inutilidade e já venho...
Ou talvez não.
Janeiro.2006

recuperado de abnoxio2.blogs.sapo.pt

Fonte: http://abnoxio.weblog.com.pt/arquivo/2006/10/index0

segunda-feira, 11 de junho de 2007

Professores ganham menos que domésticas!!!

Embora a notícia publicada na Folha de S. Paulo desvalorize a força de trabalho das domésticas, fazendo uma comparação extremamente liberal, leia até o final, pois, a questão não é saber qual qualificação possui mais ou menos importância na sociedade, sabendo que todos somos trabalhadores e merecemos respeito e que fique claro que um coletor de lixo não é menos importante que um médico.

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É certo uma doméstica ganhar mais do que um professor?

O salário médio de uma empregada doméstica na cidade de São Paulo é de R$ 800, informa a Federação Nacional das Trabalhadoras Domésticas. É mais do que os R$ 615 pagos a uma professora iniciante da rede municipal, com uma carga horária de 20 horas. Se comparássemos com uma doméstica diarista, a diferença seria muito maior: sua média de rendimentos é de R$ 1.600 mensais.

O professor iniciante paulistano não pode, aliás, nem mesmo contar vantagem diante dos pedintes dos semáforos. Segundo estimativa da Secretaria Municipal do Desenvolvimento Social, esse trabalhador tira, em média, R$ 25 por dia.
Com o rendimento inferior ao de uma empregada doméstica e quase empatado com o de um pedinte, entende-se por que os professores entraram em greve em São Paulo. O problema não é só dinheiro: eles vivem sob intenso estresse, devido às salas superlotadas, alunos indisciplinados e agressivos, além de serem vítimas das mais diversas formas de violência.

fonte:Folha de SP.

28/03/2006

Ensino público,um fracasso.

Indiretamente foi uma crítica ao governo Fernando Henrique Cardoso (1995-2002), que incentivou os Estados a adotarem o sistema de ciclos, previsto na Lei de Diretrizes e Bases. Ao final da gestão FHC, cerca de 98% das crianças de 7 a 14 anos estavam matriculadas, mas 60% das que concluíam a 4ª série não sabiam ler.

"Há 10 milhões de crianças com mais de 14 anos que estão no ensino fundamental e não deveriam. Isso gera um custo de R$ 6,4 bilhões por ano, porque, quando o aluno repete, pagamos de novo para ele estudar. O pior é que essa reprovação em massa não está levando ao aprendizado", diz Viviane Senna, presidente do Instituto Ayrton Senna.

FHC e LULA, dois genocidas da educação brasileira.

Socorro!!! Salvem o Brasil!!!!