segunda-feira, 11 de junho de 2007

Professores ganham menos que domésticas!!!

Embora a notícia publicada na Folha de S. Paulo desvalorize a força de trabalho das domésticas, fazendo uma comparação extremamente liberal, leia até o final, pois, a questão não é saber qual qualificação possui mais ou menos importância na sociedade, sabendo que todos somos trabalhadores e merecemos respeito e que fique claro que um coletor de lixo não é menos importante que um médico.

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É certo uma doméstica ganhar mais do que um professor?

O salário médio de uma empregada doméstica na cidade de São Paulo é de R$ 800, informa a Federação Nacional das Trabalhadoras Domésticas. É mais do que os R$ 615 pagos a uma professora iniciante da rede municipal, com uma carga horária de 20 horas. Se comparássemos com uma doméstica diarista, a diferença seria muito maior: sua média de rendimentos é de R$ 1.600 mensais.

O professor iniciante paulistano não pode, aliás, nem mesmo contar vantagem diante dos pedintes dos semáforos. Segundo estimativa da Secretaria Municipal do Desenvolvimento Social, esse trabalhador tira, em média, R$ 25 por dia.
Com o rendimento inferior ao de uma empregada doméstica e quase empatado com o de um pedinte, entende-se por que os professores entraram em greve em São Paulo. O problema não é só dinheiro: eles vivem sob intenso estresse, devido às salas superlotadas, alunos indisciplinados e agressivos, além de serem vítimas das mais diversas formas de violência.

fonte:Folha de SP.

28/03/2006

Ensino público,um fracasso.

Indiretamente foi uma crítica ao governo Fernando Henrique Cardoso (1995-2002), que incentivou os Estados a adotarem o sistema de ciclos, previsto na Lei de Diretrizes e Bases. Ao final da gestão FHC, cerca de 98% das crianças de 7 a 14 anos estavam matriculadas, mas 60% das que concluíam a 4ª série não sabiam ler.

"Há 10 milhões de crianças com mais de 14 anos que estão no ensino fundamental e não deveriam. Isso gera um custo de R$ 6,4 bilhões por ano, porque, quando o aluno repete, pagamos de novo para ele estudar. O pior é que essa reprovação em massa não está levando ao aprendizado", diz Viviane Senna, presidente do Instituto Ayrton Senna.

FHC e LULA, dois genocidas da educação brasileira.

Socorro!!! Salvem o Brasil!!!!

Um comentário:

Everton disse...

Não só o Lula nem o FHC, mas a nossa própria cultura destroi os estudantes.
Realmente não sei por onde deve começar a resolução, só sei que curso um curso em uma faculdade federal e nem os alunos como os professores estão comprometidos com as aulas . Para fins ilustrativos citarei o exemplo de uma professora minha PHD em não sei onde.
Ganha muito, não vai dar aula e quando vai não se importa com o desenvolvimento de aluno, suas provas não mensuram coisa alguma, é totalmente parcial em materiais polícias e econômicas.
Então acredito, que o problema financeiro seja somente uma variável da diversa e complexa teia de variáveis envolvidas.
evertonlcouto@gmail.com